Too big to fail ou cheira a esturro

Primeiro-ministro garante que “o Governo não tenciona intervencionar mais bancos”. Mas admitiu que, “se por ventura fosse necessário, estamos em condições de o poder fazer. Se isso for necessário, o Governo português não permitirá, para a economia portuguesa, o risco de poder vir a ter uma crise bancária.” Eis o tal “neoliberalismo”, pronto a nacionalizar. Sendo que a repetição de que os problemas não existem é capaz de ser sinal de que existem mesmo. Não eram os princípios da união bancária de Dezembro do ano passado que iam quebrar o vínculo entre problemas bancários e dívida pública? Não eram os accionistas que assumiam primeiro as dificuldades, depois os maiores depositantes e, enfim, instituições europeias? Another BANIF anyone?

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