Dutch disease

The Dutch economy is set to be the third-worst performer in the 18-member euro area this year, with growth of 0.2 percent, according to the commission. Ireland, Portugal, Spain, even Greece — four countries saved from financial ruin partly by Dutch aid, grudgingly granted — will do better.


Encher salsichas

Herdeiras de Saramago escolhem Porto Editora, em substituição da Leya: de uma “fábrica de salsichas” (Miguel Sousa Tavares dixit) para a outra.


How does it feel?

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Nothing’s left

De facto, não há como a esquerda para “malhar” (remember ASS?) na esquerda. Do PS (como este autor aqui) para lá.


Free Man in Paris

Hollande separado de Trierweiler.


Bad storm

Com  os capitais a fugir dos mercados emergentes à volta do mundo, imediatamente os juros da dívida portuguesa começaram a subir, apenas um dia depois do “brilharete” da execução orçamental. Um país re-emergente, para o bem e para o mal. Vamos continuar a precisar de São Mário de Francoforte.


Draghi put

As garantias de Mario Draghi sobre o euro transformam os PIGS num destino de investimento mais seguro do que as varias turquias, rússias, brasis e chinas do mundo. Portugal, a Espanha, a Itália, a Irlanda, a Grécia são hoje países re-emergentes. Nada para nos orgulharmos muito, mas por enquanto dá para safar: “once again, foreign investors are piling into the government bonds of Ireland, Spain and Portugal — countries that got into such debt trouble that they required bailouts. Now these countries are able to sell their bonds at lower interest rates than they have seen in years, renewing hope that Europe has turned a corner. And yet, there are still few signs of relief from the deeper-rooted economic woes that have trapped much of the euro zone in a slump for more than five years — and that continue to be a drag on the global economy. Despite the suddenly easier terms under which Ireland and other recovering euro zone countries can borrow, the fact remains: These countries are still mired in stagnation. If investors, in their renewed appetite for euro bonds, are betting on Europe’s recovery, it is hardly a no-risk gamble.  (…) Some attribute the fact that the bond offerings have been warmly received to institutional investors rotating out of emerging markets like India and Brazil. Money managers worry about the potential global ripple effects as the Federal Reserve begins to taper its economic stimulus program. Such investors now view some of the European countries that were bailed out as a safer bet“.


Inovação institucional

Talvez a troika tenha sido uma das melhores invenções dos últimos tempos. É sempre possível passar as culpas para alguém e sempre possível recolher louros pelo que não se fez: “that’s rather the ugly beauty of this whole eurozone bailout set up. So many people are involved (yet it’s never completely clear who). The path to a decision is foggy. The path to implementation, foggier still.To top it off, all can be blamed on someone else somewhere along the line. The debtors, the creditors, some combination of the two, the troika representatives, harried national MPs. So that, lo and behold, no one is actually to blame for anything at all. Things (like mass unemployment and no growth) just happen“.


Corrida a África

A UE deve achar que a Nação se constrói na guerra e lá vai, alegremente, para a República Centro-Africana. Ora, a verdade é que isto das nações depende: uma vezes constroem-se, outras vezes destroem-se. Enfim, é para ajudar o grande macho Hollande: mulheres, guerra e tal é com ele.


Segue a calimerice

No jornal A Bola leio a crónica de Miguel Sousa Tavares. Um resumo: é tudo uma roubalheira da arbitragem a favor de Benfica e Sporting. Já no domingo o Jesus tinha dito que isto das arbitragens “é demais” a prejudicar o Benfica. Imagino se tivessem perdido ou empatado… Acabem lá com a história do Sporting calimero, s.f.f.