Banqueiros de toda a Europa, uni-vos!

Director financeiro de um banco espanhol defende a união bancária, para que o banco “não seja penalizado pela sua nacionalidade”. É isso: se os contribuintes do teu país não chegam, que venham os dos outros países. É a construção do internacionalismo bancário. Como se diz no Manifesto Comunista (trocando comunismo por bancarismo e proletários por banqueiros), “um espectro ameaça a Europa: o espectro do bancarismo. […] Os banqueiros não têm nada a perder com [a revolução bancária] […] além dos seus grilhões. Têm, em troca, um mundo a ganhar”.