Diana Jonet

Diana Carney, a mulher do novo Governador do Banco de Inglaterra, é uma campeã da vida frugal. Diz ela que “reducing consumption, or returning it to levels that are sustainable, is critical overall”. E acredita que “it has been repeatedly shown that having more stuff does not make us happy, so we should be able to make that step”. Além disso, lamenta as “relentless exhortations to buy and the fact that much of our sense of self is tied up in our possessions”. Não estamos perante uma senhora católica de direita, nem uma defensora do governo Passos Coelho, mas antes perante a vice-presidente do think-tank de esquerda Canada 2020, que expressou simpatia pelo movimento Occupy e usa sapatos vegan reciclados. Bifes, consumo, concertos rock, sapatos velhos… Onde ouvi já eu isto? De qualquer forma, nada que impeça a senhora de viver num dos bairros mais caros de Ottawa, numa casa cujo valor estimado andará próximo de um milhão de euros. Enfim, há um caminho Jonet para resolver a crise. E há um caminho Carney. E que parecidos eles são. Viver acima das possibilidades não é para todos.

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