Justiça é nossa

Foram décadas a dar ao sarrafo na justiça portuguesa: que era ineficaz e politizada. Não se pode dizer que a elite angolana não tenha aprendido bem a lição. Se três dos seus mais altos dirigentes vão ser investigados, com que moral podemos agora dizer que é simplesmente o “Estado de Direito a funcionar” e não uma injustificável “perseguição política”? Jornais, bancos, tudo se abriu ao resgate pelo petro-kwanza. A cobrança teria de chegar um dia. Aguardemos pelo final desta história encantadora. Para já, ficam as pérolas significativas do editorial do Jornal de Angola: “da boca para fora, são sempre amigos de Angola e dos angolanos, da Alemanha e dos alemães. Enchem os bornais de dinheiro, à custa de Angola, comem à custa da Alemanha. Sobrevivem à miséria, usando como último refúgio a antiga “jóia da coroa”, feliz expressão do capitão de Abril Pezarat Correia. Mas na hora da verdade, conspiram e ofendem angolanos e alemães, usando a sua máquina mediática”

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