O que seria de nós sem a Guiné…

As actuais “autoridades” da Guiné-Bissau acusam Portugal de ter apoiado o capitão Pansau N’Tchama na tentativa de golpe de Estado da passada semana. N’Tchama foi preso no sábado, embrulhado numa bandeira portuguesa e exibido à populaça e à comunicação social, como sinal de vergonha. Algures na costa ocidental africana há um povo que ainda atribui a Portugal alguma importância no mundo.  Uma hipótese é a droga: diz que a Guiné é um narco-estado. Talvez já se sintam os efeitos no ar. Outra hipótese é a lusofonia: perante a nossa crise, a Guiné (povo lusófono irmão) decidiu dar-nos uma injecção de auto-estima e oferecer-nos algum conforto. Isto exige retribuição: deve enviar-se já uma daquelas embaixadas de Paulo Portas e da AICEP. Mas com um conjunto de inicitivas já delineadas: por exemplo, a iniciativa “Portugal responsável pelas cheias na Guiné” ou a iniciativa “Portugal introduz malária na Guiné” (em que os mosquitos seriam envolvidos em bandeiras portuguesas). Para a Guiné, rapidamente e em força!

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3 Comments on “O que seria de nós sem a Guiné…”

  1. béu says:

    Outra hipótese é a Galp.


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